Nascimento:
21 de setembro de 1896
Morte: 23 de maio de 1960
Biografia:
Natural
de Pouso Alto, filho de Joaquim Alexandrino
de Souza e de Maria da Luz Guedes de Souza, irmão
de Da. Alzira do João Manta, Da. Alvina do Zé Caixeiro,
da Da. Felizarda Russano e tio de Da. Julieta de Souza. Casado com Maria
Lídia Guimarães de Souza, irmã dos Srs. Nélio
e Filhinho, sapateiros, e de Da. Conceição do Sr. David
Nunes de Oliveira. Foram pais de Da. Glória Olinda de Souza La
Ferrera, ex-professora na E.M."Ribeiro da Luz" e ex-diretora
da E.M. Maria Ferraz Koeler, em Santana do Capivari, mora em São
Paulo. Alexandrino José de Souza casado com Ana Maciel de Souza(Niquinha).
E ainda, de Hélia de Souza Alexandrino Fonseca, comerciante,
em Pouso Alto e moradora de Cruzeiro, SP; Marta do Zé Alfredo,
Laurinda, Geni, Homero, estes falecidos, e de Leonardo e Ciro, agrimensores.
Ciro, sempre aqui, a trabalho, e de Newton, o Neto da Maria, pedreiro,
falecido. Morava na fazenda de sua propriedade, no caminho de São
Sebastião do Rio Verde, onde, além da agro-pecuária,
cultivava maravilhoso e variado pomar, no qual, exercia seus conhecimentos
sobre enxertos de frutas. Tal fazenda pertence aos herdeiros do Sr.
João Domingos. Também trabalhavam no Fórum, como
e, todas as tardes, usava o serviço de alto- falante do Cine
Vitória, para ler urna crônica de cunho crítico
e brincalhão, analisando o dia-a dia de Pouso Alto, programa
que levava o nome de “Está na hora da onça beber
água”, na década de 50. Foi grande maestro, compositor
e membro da Banda de Pouso Alto e das da região. Compôs
vários dobrados, marchas e as obras-primas: “Mottetos de
Nossa Senhora das Dores (Verônica)” e “O Ultimo Adeus”,
marcha fúnebre. Como era muito exigente e disciplinado, os sobrinhos
chamavam-no de “Tio Chefe”. Qualquer homenagem a ele será
pequena, diante da grandeza do homem, esposo, pai, avô, tio, sogro,
cunhado e amigo de todos que foi.
Marina
Conceição de Oliveira, 18/08/06.
Obras: